All-on-Four e implante zigomático em Curitiba

Quando o assunto é reabilitar uma boca sem dentes, dois nomes aparecem com frequência: o All-on-Four e o implante zigomático. É comum o paciente chegar confuso, achando que precisa escolher entre um ou outro. Na prática, não é bem assim: cada técnica resolve um cenário diferente, e a escolha depende de quanto osso ainda existe na sua maxila.

Qual a diferença entre All-on-Four e implante zigomático?

Enquanto o All-on-Four é indicado para pacientes com perda dentária total e alguma quantidade de osso remanescente, os implantes zigomáticos entram em cena quando há ausência total ou quase total de osso na maxila. Um aproveita o osso que sobrou, angulando os implantes para as regiões mais densas; o outro busca ancoragem fora da maxila, no osso zigomático — o osso da maçã do rosto, que quase nunca sofre reabsorção.

Ambas fazem parte do arsenal da implantodontia avançada e, em muitos casos, podem até ser combinadas: dois implantes zigomáticos e dois convencionais, no chamado protocolo híbrido, que oferece estabilidade e um resultado estético impressionante.

Como se decide qual técnica é a sua?

A resposta não vem do desejo do paciente nem de uma tabela pronta — vem da sua tomografia. É o exame de imagem em 3D que mostra, com precisão, quanto osso existe, onde ele está e qual a sua densidade. A partir daí, o planejamento digital define se o seu caso resolve com All-on-Four, se exige zigomático, ou se o híbrido é o melhor caminho. Por isso a avaliação presencial com tomografia é indispensável: sem ela, qualquer promessa de técnica é chute.

Quem se beneficia dos implantes zigomáticos?

O implante zigomático é a solução para quem tem perda óssea avançada, usa dentadura superior há muitos anos, já passou por falha em enxertos anteriores ou deseja reabilitação em menor tempo mesmo com pouca estrutura óssea. É, muitas vezes, a resposta para quem já ouviu que não tem osso para implante e saiu de outros consultórios sem solução. Se quiser entender a fundo essa técnica, veja nosso conteúdo sobre implantes zigomáticos.

Segurança e conforto no procedimento

As duas técnicas se apoiam na mesma base: planejamento digital. Como o computador calcula a trajetória exata de cada implante, o risco de atingir nervos ou perfurar estruturas importantes é reduzido de forma significativa. É a diferença entre pilotar um avião visualmente ou por instrumentos — ambos chegam ao destino, mas um é muito mais seguro. Para o conforto do paciente, especialmente em cirurgias mais longas, contamos com sedação consciente, realizada com acompanhamento e monitoramento adequados.

Por que tratar esses casos com quem forma especialistas?

Zigomático e All-on-Four em casos complexos estão entre os procedimentos mais exigentes da implantodontia — justamente os que muitas clínicas preferem não assumir. Por isso a escolha do profissional faz diferença. O Dr. Handrey Prosdocimo é implantodontista e professor do curso de especialização em Implantodontia da São Leopoldo Mandic, onde forma e coordena a capacitação de outros cirurgiões-dentistas. É essa vivência, clínica e acadêmica ao mesmo tempo, que permite indicar com segurança a técnica certa para cada caso — e não apenas a que a clínica sabe fazer.

Onde a esperança termina, a ciência começa

Se você ouviu que não pode colocar implantes, que não tem mais osso ou que vai ter que usar dentadura para sempre, saiba que isso faz parte do passado. Seja pelo All-on-Four, pelo zigomático ou pela combinação dos dois, a odontologia moderna oferece soluções estáveis e funcionais para casos antes considerados perdidos.

Agende uma avaliação em Curitiba, com o Doutor Protocolo, e descubra a partir da sua tomografia qual é o melhor caminho para o seu novo sorriso.