Protocolo Zigomático

Protocolo Zigomático

Você já ouviu de mais de um dentista que não dá para fazer implante no seu caso? Que não tem osso suficiente? Que a única opção é continuar com a dentadura?

Se você chegou até aqui depois de ouvir isso, esta página é para você.

O implante zigomático em Curitiba existe exatamente para os casos que outras clínicas recusam.

O que é o implante zigomático

Quando alguém perde os dentes superiores e passa anos usando dentadura, o osso da maxila vai sendo reabsorvido pelo organismo. Sem a raiz do dente para estimulá-lo, ele simplesmente desaparece com o tempo.

É por isso que muita gente ouve “você não tem osso”. E, tecnicamente, o dentista não está mentindo: para um implante convencional, realmente pode não haver osso suficiente na maxila.

O implante zigomático resolve isso mudando o ponto de ancoragem. Em vez de fixar o implante na maxila, ele é ancorado no osso zigomático — o osso da maçã do rosto, que é denso, resistente e não sofre reabsorção.

O osso que você “não tem” não é o único disponível. É apenas o mais óbvio.

Não ter osso não significa não ter solução

Essa é a frase mais importante desta página.

“Não tem osso” descreve uma condição anatômica — não uma sentença. O que ela realmente significa é que o planejamento precisa ser diferente, e que nem todo profissional domina as técnicas necessárias.

Existem caminhos:

  • Implante zigomático — ancoragem no osso da maçã do rosto, sem necessidade de enxerto
  • Enxerto ósseo — reconstrução do osso perdido, quando indicado
  • All-on-Four — implantes inclinados que aproveitam regiões de melhor ancoragem
  • Planejamento combinado, em etapas

O que define qual caminho seguir é o diagnóstico — tomografia, avaliação clínica e planejamento digital. Não o palpite.

Para quem o implante zigomático é indicado

Ele costuma ser indicado para:

  • Pacientes com perda óssea severa na maxila (arcada superior)
  • Quem usa dentadura superior há muitos anos
  • Casos em que o enxerto ósseo não é viável ou já falhou
  • Pacientes que ouviram de outros profissionais que “não dá para fazer”

Ele pode não ser indicado quando:

  • Há sinusite crônica não tratada ou infecção ativa na região
  • Existem condições sistêmicas que contraindicam a cirurgia
  • O caso pode ser resolvido com técnicas menos complexas — e aqui vale dizer: se der para fazer mais simples, faz-se mais simples

Como funciona

1. Tomografia e diagnóstico. A tomografia computadorizada mostra exatamente quanto osso existe, onde existe, e qual a relação com o seio maxilar. É aqui que se confirma se o zigomático é o caminho.

2. Planejamento digital. Os implantes zigomáticos são longos e atravessam regiões anatômicas delicadas. O trajeto de cada um é definido virtualmente antes da cirurgia — não improvisado durante.

3. Cirurgia. Instalação dos implantes conforme o planejamento, com cirurgia guiada quando indicado.

4. Prótese fixa em até 72 horas. Na maioria dos casos, o implante zigomático permite carga imediata — a prótese provisória fixa é instalada em até 72 horas.

5. Prótese definitiva. Concluída a integração, a prótese definitiva é confeccionada.

Por que o zigomático exige um profissional experiente

Seja direto consigo mesmo: não é um implante comum. O implante zigomático é longo, atravessa a região do seio maxilar e se ancora em um osso que fica próximo a estruturas nobres da face.

Isso não significa que seja perigoso. Significa que depende inteiramente de diagnóstico, planejamento e execução. É uma técnica que não se aprende por vídeo.

O Dr. Handrey Prosdocimo (CRO-PR 15893) é implantodontista e professor de especialização em Implantodontia na São Leopoldo Mandic, onde forma outros dentistas — inclusive nas técnicas de reabilitação de casos complexos.

Quem ensina precisa saber justificar cada decisão, não apenas repeti-la. É esse padrão de raciocínio que se aplica ao seu caso.

Perguntas frequentes sobre implante zigomático em Curitiba

Se me disseram que não tenho osso, ainda posso fazer?

Provavelmente sim. O implante zigomático existe justamente para os casos em que não há osso suficiente na maxila. Só a tomografia pode confirmar, mas “não ter osso” raramente significa “não ter solução”.

Preciso fazer enxerto antes?

Na maioria dos casos, não. É essa a principal vantagem do zigomático: ele dispensa o enxerto ósseo, porque se ancora em um osso que não foi reabsorvido.

Quanto tempo até eu ter dentes fixos?

Na maioria dos casos, a prótese provisória fixa é instalada em até 72 horas após a cirurgia.

É uma cirurgia dolorosa?

A cirurgia é feita sob anestesia. O pós-operatório é controlado com medicação prescrita e acompanhamento.

Posso pagar parcelado?

Sim. As condições são apresentadas na avaliação, em parcelas mensais, de acordo com o planejamento do seu caso.

Agende sua avaliação

Se você já ouviu que não dava, o próximo passo não é aceitar. É fazer uma tomografia e descobrir o que realmente é possível.

É na avaliação presencial que se define o seu caso — com exames, não com suposições.